MEDICAÇÃO & GESTAÇÃO | By: slides

 


Durante a gestação, com frequência fármacos são necessários para o tratamento de determinadas doenças. Em geral, quando o potencial benefício supera os riscos conhecidos, as drogas podem ser consideradas para o tratamento de doenças durante a gestação.


Há tempos atrás, poderia se considerar ou acreditar que a placenta funcionava como barreira protetora, que protegia o feto de qualquer agressão farmacológica. Atualmente, após muitas pesquisas, chegou - se a conclusão de que, isso não é uma verdade, muitos medicamentos acabam atravessando a barreira placentária e atingindo o feto.

Estudos mostram que, em relação a uma classificação dos medicamentos pelos riscos que podem trazer ao feto, cerca de 40,0% dos medicamentos seu uso pode ser questionado, pois coloca em risco a formação das futuras crianças. A falta de acompanhamento por um profissional da área da saúde e um importante fator de risco a propensão do uso de medicamentos na gestação.



O efeito da droga no feto é amplamente determinado por: 
1. Idade fetal à época da exposição
2. Potencial da droga 
3. Dosagem desta.



A automedicação e a informação inadequada são fatores indicativos de uma gestação sem acompanhamento , portanto:



1 - Na gravidez nunca tome nenhum remédio por conta própria.


2 - Quando souber que esta grávida, leve ao medico responsável pelo seu pré-natal todos os nomes de remédio que você usa.


3 - Se tem alguma doença e está em tratamento, leve o telefone do medico especialista para o responsável ao pré-natal.


4 - Caso o medicamento em uso que provoque efeito colateral, informe imediatamente seu medico para que avalie a necessidade de troca.


5 - Nunca utilize receita antiga mesmo que os sintomas sejam parecidos com o que você teve no passado.

Vale ressalvar a importância de programas por profissionais da saúde para levar orientações a gestante a tempo de evitar sequelas ao feto juntamente com o pré-natal iniciado no primeiro trimestre de gestação reduzindo significativamente.

Enviar um comentário

0 Comentários